É menino, meu Marco, mas e se fosse Luna?
Muita gente me pergunta se eu queria mesmo um menino ou se queria uma menina. Bom, quem me conhece mesmo sabe que eu sempre quis um menino primeiro, mas quero ter uma menina também, Deus sabe do futuro.
Como o início da gestação foi muito difícil, não consegui ficar desejando um sexo preferencial, só queria que ele ou ela estivesse bem, com saúde e que aguentasse firme. Quando conseguimos finalmente ver na ultrassonografia que era um menino, ficamos absurdamente felizes, mas mais ainda por sabermos que aquela etapa tão difícil tinha passado.
Uma amiga minha falou pra mim que o nosso primeiro filho é do sexo que precisamos expor, por pra fora. E eu achei curiosíssimo porque sempre me disseram que eu sou meio grossa e teimosa (não estou dizendo que todo homem é assim, mas infelizmente eles são criados para achar que estão certos e quem achar o contrário é grosseiramente repreendido), então acho que devo estar realmente precisando de uma lavagem comportamental, preciso sentir a alma mais leve, apesar do turbilhão que vai ser minha vida a partir de agora.
Sou feminista, e também luto pelo movimento negro (inevitável), e também acho que Deus faz tudo de forma perfeita. Sempre quis criar um menino por ser mais "fácil", "despojado", mas hoje penso muito diferente. Criar um menino é muito difícil. Óbvio que ele não vai sofrer metade da pressão e imposição social que uma menina sente, mas justamente criá-lo para que ele não seja mais um condutor dessa pressão é uma tarefa bem árdua, porque é fácil se acostumar com o bom, com a situação cômoda, então chacoalhar o mundo dele e falar "não é assim", vai ser difícil.
Mas e se fosse Luna?
Eu iria AMAR também, com todo meu coração, ia mimar do mesmo jeito e ter altos papos, como tenho com o Marco, talvez com um discurso de empoderamento já na barriga (bem provável). Mas não é a vez dela ainda. Como falei em um outro post, todas as minhas escolhas e decisões me trouxeram o Marco, é a vez dele, ele que vai acrescentar agora o que precisamos, não era pra ser outro, então minha cabeça é bem leve quanto a isso.
Acredito que esse post tenha desdobramentos depois que ele nascer, como o que, de fato, o Marco acrescentou (pelo menos até aquele momento), e também quando eu engravidar novamente, mas acho que vai demorar um cadinho.
Como o início da gestação foi muito difícil, não consegui ficar desejando um sexo preferencial, só queria que ele ou ela estivesse bem, com saúde e que aguentasse firme. Quando conseguimos finalmente ver na ultrassonografia que era um menino, ficamos absurdamente felizes, mas mais ainda por sabermos que aquela etapa tão difícil tinha passado.
Uma amiga minha falou pra mim que o nosso primeiro filho é do sexo que precisamos expor, por pra fora. E eu achei curiosíssimo porque sempre me disseram que eu sou meio grossa e teimosa (não estou dizendo que todo homem é assim, mas infelizmente eles são criados para achar que estão certos e quem achar o contrário é grosseiramente repreendido), então acho que devo estar realmente precisando de uma lavagem comportamental, preciso sentir a alma mais leve, apesar do turbilhão que vai ser minha vida a partir de agora.
Sou feminista, e também luto pelo movimento negro (inevitável), e também acho que Deus faz tudo de forma perfeita. Sempre quis criar um menino por ser mais "fácil", "despojado", mas hoje penso muito diferente. Criar um menino é muito difícil. Óbvio que ele não vai sofrer metade da pressão e imposição social que uma menina sente, mas justamente criá-lo para que ele não seja mais um condutor dessa pressão é uma tarefa bem árdua, porque é fácil se acostumar com o bom, com a situação cômoda, então chacoalhar o mundo dele e falar "não é assim", vai ser difícil.
Mas e se fosse Luna?
Eu iria AMAR também, com todo meu coração, ia mimar do mesmo jeito e ter altos papos, como tenho com o Marco, talvez com um discurso de empoderamento já na barriga (bem provável). Mas não é a vez dela ainda. Como falei em um outro post, todas as minhas escolhas e decisões me trouxeram o Marco, é a vez dele, ele que vai acrescentar agora o que precisamos, não era pra ser outro, então minha cabeça é bem leve quanto a isso.
Acredito que esse post tenha desdobramentos depois que ele nascer, como o que, de fato, o Marco acrescentou (pelo menos até aquele momento), e também quando eu engravidar novamente, mas acho que vai demorar um cadinho.



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